terça-feira, 15 de julho de 2014

Uso prolongado de celular pode causar impotência masculina, diz estudo !

Um grupo de cientistas descobriu que os homens que carregam seus aparelhos ligados no bolso ou nas mãos por mais de quatro horas por dia são mais propensos a sofrer de impotência do que quem limita o uso a menos de duas horas. O trabalho foi publicado no “Central European Journal of Urology”.

Para realizar a pesquisa, os cientistas recrutaram 20 homens que tiveram problemas com a função erétil nos seis meses anteriores ao estudo. Eles foram colocados no grupo A. Também foram estudados 10 homens saudáveis, sem histórico de disfunção - o grupo B.
Cada participante foi convidado a preencher um inventário de saúde sexual que faz parte do Índice Internacional de Função Erétil (IIEF, na sigla em inglês). Os grupos também foram questionados sobre seus hábitos de telefonia móvel.
Os pesquisadores afirmaram que não havia diferenças visíveis em ambos os grupos em termos de idade, peso, altura e tabagismo. Os dois segmentos também tinham níveis semelhantes de testosterona total, que foram medidos para determinar se algum dos homens tinham problemas de saúde sexual subjacentes.
Os 30 escolhidos também passaram uma quantidade semelhante de tempo falando ao telefone. A maior diferença entre os dois grupos foi o período levaram seus telefones celulares em seus bolsos ou nas mãos.
Os homens que já havia sofrido com problemas de ereção foram convidados a levar seus dispositivos por um tempo significativamente maior do que os homens saudáveis do grupo B - 4,4 horas por dia em comparação com 1,8 horas por dia.
Segundo o principal autor do trabalho, o pesquisador Badereddin Mohamad Al-Ali, o resultado provou que pode haver uma relação entre o uso de telefone celular e disfunção erétil.
- Os homens com disfunção erétil usaram seus telefones por mais tempo que os demais. O trabalho também mostrou que o tempo total de exposição ao telefone celular é muito mais importante para determinar o problema do que a exposição intensa durante os curtos períodos de chamadas telefônicas.
Os pesquisadores afirmam que os trabalhos ainda não são conclusivos e que mais testes devem ser feitos.

Fonte: http://oglobo.globo.com

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