quarta-feira, 16 de julho de 2014

Como funciona o bafômetro ?

Em 1954, um médico do Departamento de Polícia de Indiana (Estados Unidos) desenvolveu um aparelho que seria capaz de identificar a concentração de álcool no sangue por meio da análise do ar presente nos pulmões.

O que é analisado não é o hálito do suspeito, mas sim o ar que está nos pulmões do mesmo.  O álcool ingerido é absorvido pelo estômago e levado até a corrente sanguínea muito rapidamente.
Como o sangue passa pelos pulmões, o oxigênio presente neles acaba sendo “contaminado” pelo álcool ingerido. Todo esse processo acontece em pouco tempo e a concentração de álcool acaba sendo a mesma no sangue e nos pulmões. E é por essa razão que o teste do bafômetro é tão confiável.

Existem dois tipos básicos de bafômetros e seus princípio de funcionamento baseiam se na reação do álcool etílico  – por isso, o nome técnico desses aparelhos é etilômetro.
Os dois mais comuns utilizam dicromato de potássio (que muda de cor na presença do álcool).





Sensor de álcool
A célula de combustível ( esse nome porque a reação entre a platina e o álcool gera uma combustão incompleta, separando os diversos elementos existentes).
Na figura ao lado temos um sensor de álcool encontrado no mercado. O mesmo altera sua resistência elétrica em relação a presença de álcool. Desta forma pode se calcular a presença do álcool.








O álcool expirado reage com o oxigênio presente no aparelho, esta reação ocorre com a ajuda de um catalisador onde ocorre a liberação de elétrons, de ácido acético e de íons de hidrogênio. Os elétrons então passam por um fio condutor, gerando corrente elétrica. Um chip presente dentro do aparelho calcula a porcentagem e dá a concentração de álcool no sangue. Quanto mais álcool, maior será a corrente elétrica.

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